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Defesa de Bolsonaro rebate relatório da PF sobre medidas cautelares; veja a resposta

Defesa de Bolsonaro rebate relatório da PF sobre medidas cautelares; veja a resposta

Por Redação

23/08/2025 às 11:00

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou nesta sexta-feira (22) manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em resposta ao relatório da Polícia Federal (PF) que apontou descumprimento de medidas cautelares impostas pela Corte.

No documento, a PF indiciou Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelos crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Segundo o relatório, o ex-presidente teria desrespeitado restrições determinadas pela Justiça e mantido risco de fuga do país, após a apreensão de um rascunho de pedido de asilo à Argentina em seu celular.

A defesa contestou essa avaliação. “Parece claro que um rascunho de pedido de asilo ao presidente argentino, datado de fevereiro de 2024, não pode ser considerado um indício de fuga. Seria necessário avisar à Polícia Federal, especialmente ao setor de inteligência, que o processo criminal que originou as cautelares foi proposto um ano depois e, desde então, o ex-presidente compareceu a todos os seus atos, inclusive estando em sua residência quando determinado o uso de tornozeleira por Vossa Excelência”, escreveram os advogados.

Os representantes do ex-presidente também afirmaram que “jamais houve o descumprimento de qualquer medida cautelar previamente imposta”.

A defesa contestou essa avaliação. “Parece claro que um rascunho de pedido de asilo ao presidente argentino, datado de fevereiro de 2024, não pode ser considerado um indício de fuga. Seria necessário avisar à Polícia Federal, especialmente ao setor de inteligência, que o processo criminal que originou as cautelares foi proposto um ano depois e, desde então, o ex-presidente compareceu a todos os seus atos, inclusive estando em sua residência quando determinado o uso de tornozeleira por Vossa Excelência”, escreveram os advogados.

Os representantes do ex-presidente também afirmaram que “jamais houve o descumprimento de qualquer medida cautelar previamente imposta”.

A defesa contestou essa avaliação. “Parece claro que um rascunho de pedido de asilo ao presidente argentino, datado de fevereiro de 2024, não pode ser considerado um indício de fuga. Seria necessário avisar à Polícia Federal, especialmente ao setor de inteligência, que o processo criminal que originou as cautelares foi proposto um ano depois e, desde então, o ex-presidente compareceu a todos os seus atos, inclusive estando em sua residência quando determinado o uso de tornozeleira por Vossa Excelência”, escreveram os advogados.

Os representantes do ex-presidente também afirmaram que “jamais houve o descumprimento de qualquer medida cautelar previamente imposta”.

A defesa contestou essa avaliação. “Parece claro que um rascunho de pedido de asilo ao presidente argentino, datado de fevereiro de 2024, não pode ser considerado um indício de fuga. Seria necessário avisar à Polícia Federal, especialmente ao setor de inteligência, que o processo criminal que originou as cautelares foi proposto um ano depois e, desde então, o ex-presidente compareceu a todos os seus atos, inclusive estando em sua residência quando determinado o uso de tornozeleira por Vossa Excelência”, escreveram os advogados.

Os representantes do ex-presidente também afirmaram que “jamais houve o descumprimento de qualquer medida cautelar previamente imposta”.

 

Informações da Gazeta Brasil

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