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Prisão de namorado de Isabelle Caracristi é mantida após audiência de custódia

Prisão de namorado de Isabelle Caracristi é mantida após audiência de custódia

A advogada Lígia Peixe, que defende João, chegou à Decap por volta das 10h, mas não falou com a imprensa. Na terça-feira (22), ela havia classificado a prisão como 'midiática' e defendido a versão de que a morte de Isabelle teria sido suicídio.

Por Redação

23/09/2026 às 12:11

Atualizado em 24/09/2026 às 16:29

Isabelle Caracristi e João Munhoz Neto eram namorados; a jovem foi encontrada morta em Fortaleza

Foto: Reprodução

A prisão preventiva de João Munhoz Neto, de 34 anos, foi mantida após audiência de custódia realizada na manhã desta quarta-feira (23), em Fortaleza. O bacharel em Direito é investigado por violência psicológica e induzimento ao suicídio no caso da morte da namorada, a estudante Isabelle Caracristi, de 22 anos.

A audiência ocorreu no Núcleo de Atendimento ao Custodiado, na Delegacia de Capturas (Decap), no Centro de Fortaleza. Após a sessão, João deve ser encaminhado ao Centro de Triagem e Observação Criminológica (Cetoc), porta de entrada do sistema penitenciário do Ceará.

Durante a audiência de custódia, são verificadas a legalidade da prisão e eventuais ocorrências de violência ou irregularidades no momento da detenção. A Justiça também analisa se a prisão preventiva deve ser mantida.

A advogada Lígia Peixe, que defende João, chegou à Decap por volta das 10h, mas não falou com a imprensa. Na terça-feira (22), ela havia classificado a prisão como 'midiática' e defendido a versão de que a morte de Isabelle teria sido suicídio.

Isabelle foi encontrada morta no pátio do condomínio onde morava com João, no bairro Aldeota, no último dia 13. Segundo a Perícia Forense, o laudo apontou politraumatismo grave, com lesões compatíveis com o impacto provocado pela queda.

Ainda na noite da ocorrência, peritos fizeram uma varredura no apartamento, no terraço e nas áreas comuns do condomínio, além do local onde o corpo foi encontrado.

A morte só veio a público na sexta-feira (18), quando a mãe da jovem, a professora universitária Isorlanda Caracristi, publicou um vídeo nas redes sociais. Ela disse que só soube da morte da filha na manhã seguinte, após estranhar a falta de contato e ir ao condomínio onde Isabelle havia passado a morar com o namorado.

A Polícia Civil continua analisando os elementos reunidos para esclarecer o que aconteceu nas horas que antecederam a morte da estudante.

Fonte: CBN

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