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Eleições nos EUA: disputa pelo Senado no Mississipi é acirrada, com menos de cem votos de diferença

Eleições nos EUA: disputa pelo Senado no Mississipi é acirrada, com menos de cem votos de diferença

Com 96% dos votos apurados, o democrata Scott Colom e a republicana Cindy Hyde-Smith aparecem empatados, ambos com 48,9%, de acordo com a agência de notícias Associated Press.

Por Redação

04/11/2026 às 15:05

Casa Branca

Foto: Louis Velazquez/Unsplash

Mesmo com o cenário geral das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos já definido, ainda faltavam duas cadeiras no Senado e 68 na Câmara dos Deputados para serem definidas, além de duas disputas para governador.

No Alasca, estado que encerrou a votação por último, a apuração chegou a 72%. O candidato republicano Dan Sullivan aparece com 48,5% dos votos, contra 47,7% da rival democrata Mary Peltola.

Já a disputa por uma cadeira no Senado pelo estado do Mississippi está extremamente acirrada, com menos de cem votos de diferença. Com 96% dos votos apurados, o democrata Scott Colom e a republicana Cindy Hyde-Smith aparecem empatados, ambos com 48,9%, de acordo com a agência de notícias Associated Press.

Um detalhe, no entanto, chama a atenção: apenas 43 votos separam os dois candidatos, uma diferença inferior a 0,01 ponto percentual.

Cindy é a atual senadora pelo Mississippi e concorre à reeleição. Caso o cenário atual, com Colom à frente, se confirme, esse será mais um estado em que o Partido Democrata terá conseguido virar o resultado sobre os republicanos nestas eleições.

Partido Democrata conquista maioria das cadeiras no Senado e na Câmara dos EUA

A derrota é histórica para o presidente republicano Donald Trump, já que o Partido Democrata conquistou a maioria das cadeiras no Senado e na Câmara nas eleições legislativas de meio de mandato

Na Câmara, as projeções apontam que o partido pode chegar a 255 deputados, quarenta a mais do que nas eleições de 2024. No momento, estão com 228 cadeiras.

Os democratas elegeram 20 senadores, sendo sete de virada, e chegaram a 54 das 100 cadeiras da Casa. Os democratas também conquistaram cadeiras no Senado em estados tradicionalmente republicanos, como Texas, Ohio, Iowa, Kansas e as duas Carolinas. e Maine

Com a vitória nas duas casas do Congresso, os democratas passam a controlar a pauta legislativa e as comissões responsáveis por fiscalizar o governo Trump. No Senado, também terão maior influência sobre a aprovação de nomes indicados pelo presidente para cargos do governo e instituições como o Federal Reserve (Fed), banco central americano, e a Suprema Corte.

Fonte: CBN

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