
Nesta quinta-feira (9), o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não utilize e nem venda as joias que recebeu da Arábia Saudita. Trata-se do estojo com relógio, caneta, abotoaduras e outras peças da marca de luxo Chopard.
Bolsonaro ficará como depositário das joias, mas sem poder fazer nada com elas, nem deixá-las sob os cuidados de outra pessoa.
O despacho diz que o relator, ministro Augusto Nardes, ordenou a Bolsonaro que “preserve intacto, na qualidade de fiel depositário, até ulterior deliberação desta Corte de Contas, abstendo-se de usar, dispor ou alienar, todo o acervo de joias objeto do processo em exame”.
Esse estojo já está na posse de Bolsonaro e não é o primeiro conjunto de joias, de R$ 16 milhões, que seria presente a Michelle Bolsonaro e foi apreendido pela Receita Federal.
O TCU também disse que adotou as medidas necessárias como diligências à Polícia Federal e à Receita Federal, assim como ouvir o ex-presidente e o ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque, quem teria recebido o presente durante a viagem.
Informações da Gazeta Brasil / Foto: Divulgação
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