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Suíca debate São João e Samba Junino com mobilizador cultural durante podcast
Suíca debate São João e Samba Junino com mobilizador cultural durante podcast
Por Redação
06/06/2025 às 10:00

Mais uma edição do AgentePod, comandado pelo ex-vereador de Salvador Luiz Carlos Suíca (PT), trouxe o debate sobre São João e Samba Junino na capital baiana. Ao lado de Rafael Manga, mobilizador cultural e assessor da Secretaria Estadual de Cultura (Secult), o petista defendeu a descentralização dos festejos e voltou a cobrar mais investimentos para os artistas de bairros. No ar nesta quinta-feira (5), o podcast pode ser assistido no YouTube de Suíca ou em suas redes sociais a qualquer momento.
“Não se encontra o Samba Junino em outro lugar, somente em Salvador. E a Câmara de Vereadores aprovou lei e o Samba Junino é Patrimônio Imaterial Municipal. Esse reconhecimento protege, valoriza e garante a continuidade da manifestação, que tem raízes profundas na religiosidade popular e no universo dos povos de matriz africana. E sabemos que a descentralização do São João é de suma importância para que os bairros também participem, seja com artistas ou com shows populares”, destaca Suíca.
Segundo Manga, o São João em especial ficou a cargo da Secretaria de Turismo tomar conta. “Acredito que o Governo do Estado tenha pensado nisso pela proliferação de atrações turísticas, que é grande. E quem toma conta do São João do estado é o Turismo, que através da Sufotur faz esse trabalho. E, em tradição, a Sufotur tem um edital específico para o Samba Junino, que termina acontecendo lá no Pelourinho, como itinerância de vários bairros e diversos lugares de Salvador. Participam de uma seleção, são selecionados e participam ali no Carnaval do Pelô”, descreve o mobilizador cultural.
Ainda segundo Manga, a Secult tem participação de forma direta e indireta, porque acontece nos nossos largos do Pelourinho, e também no entorno do Centro Histórico. “O Samba Junino é uma tradição nossa, forte na Liberdade e também no Engenho Velho da Federação, Nordeste de Amaralina. São os grupos que são oriundos dos terreiros de candomblé — os ogãs, os sambas de roda. E também tem a fogueira de Xangô, que acontece muito nessa época de junho”, completa.
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