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Senador afirma que não há mais razão para manter jornada de trabalho 6×1 e 44 horas
Senador afirma que não há mais razão para manter jornada de trabalho 6×1 e 44 horas
Por Redação
05/02/2026 às 07:02

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O senador responsável pela apresentação de uma proposta legislativa afirmo que não existe mais razão para manter a jornada de trabalho no Brasil organizada na forma **6×1** com uma carga de **44 horas semanais**. A declaração foi feita durante debates no Congresso Nacional que tratam da modernização das leis trabalhistas, com foco em ampliar direitos e flexibilizar o funcionamento do mercado de trabalho no país.
Segundo o parlamentar, o sistema atual, adotado há décadas, não acompanha as transformações do mundo contemporâneo, em que modelos híbridos, tecnologia e novas formas de organização de atividades profissionais tornaram obsoletas determinadas rotinas tradicionais de trabalho. Para ele, a jornada de 44 horas associada ao ciclo de seis dias seguidos de serviço por um de descanso não condiz mais com a realidade de muitas categorias.
O senador destacou que outros países já se movimentaram em direção à flexibilização de jornadas ou adotaram semanas de trabalho menores sem prejuízo da produtividade, o que tem impulsionado debates e pesquisas no Brasil sobre como adaptar a legislação para valorizar tanto os direitos dos trabalhadores quanto o desempenho das empresas. Em sua avaliação, a revisão do 6×1 pode gerar mais qualidade de vida, redução de impactos sobre a saúde do trabalhador e até mesmo maior competitividade para o setor produtivo.
A proposta que está sendo discutida ainda precisa passar por comissões temáticas no Senado e depois seguir para votação em plenário. Parlamentares favoráveis afirmam que o tema pode ganhar apoio em razão de mudanças no mercado, enquanto opositores defendem a manutenção das garantias trabalhistas atuais, argumentando que a proteção ao trabalhador não pode ser reduzida em nome de maior flexibilidade.
Os debates seguem em curso, com participação de representantes de sindicatos, especialistas em direito do trabalho e entidades patronais, que tentam equilibrar os diferentes interesses envolvidos.
Fonte: Agência Brasil
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