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Nunes Marques diz que não há indicativo concreto de interferência internacional na votação

Nunes Marques diz que não há indicativo concreto de interferência internacional na votação

Em coletiva de imprensa, Nunes Marques afirmou que, até o momento, não há indicativo concreto de interferência internacional no processo eleitoral. A votação se encerra às 17h.

Por Redação

04/10/2026 às 14:25

Atualizado em 04/10/2026 às 15:49

Nunes Marques, ministro do STF, durante sessão que pode tornar Alexandre de Moraes investigado por mensagens trocadas com Daniel Vorcaro

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) esteve neste domingo (4) na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em visita ao Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICC), que monitora ocorrências de crimes eleitorais em tempo real em todo o país.

Em coletiva de imprensa, Nunes Marques afirmou que, até o momento, não há indicativo concreto de interferência internacional no processo eleitoral. A votação se encerra às 17h.

"O único que se falava, meses atrás, inclusive no ano passado, que essas interferências poderiam vir através das plataformas. Eu creio que o trabalho conjunto que o TSE fez com as plataformas, não só o plano de conformidade, mas uma parceria e a dedicação que elas tiveram em se conformar à legislação brasileira, afastou muitos dos problemas que eventualmente poderíamos ter. Mas até agora não temos nenhum indicativo de nenhuma das nossas salas e equipes dentro do tribunal de nenhum tipo de interferência estrangeira."

Segundo o presidente do TSE, a votação do primeiro turno ocorre normalmente em todo o país.

No entanto, a Polícia Federal abriu uma investigação sobre uma possível interferência dos EUA nas eleições brasileiras. A informação foi confirmada neste domingo pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, à CBN. Ele disse que a investigação já iniciou e que o inquérito deve ser instaurado nos próximos dias.

A medida atende a um pedido da Advocacia-Geral da União. A AGU acionou a Polícia Federal após o jornal britânico The Guardian revelar que um fundo do governo dos Estados Unidos destinaria cerca de 5 milhões de reais a grupos brasileiros que criticam o Supremo Tribunal Federal e o ministro Alexandre de Moraes. O caso está com a Diretoria de Inteligência.

Fonte: CBN

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