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Advogados que pediram para suspender execução da pena de Jair Bolsonaro desistem de atuar no caso

Advogados que pediram para suspender execução da pena de Jair Bolsonaro desistem de atuar no caso

Em nota, a defesa informou que se trata de uma reavaliação da estratégia e que, a partir deste momento, a condução do caso vai ficar integralmente a cargo dos advogados que atuaram na defesa durante a ação penal.

Por Redação

24/09/2026 às 15:18

Atualizado em 24/09/2026 às 16:28

Ex-presidente Jair Bolsonaro

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que chegaram a entrar com pedido para suspender a execução da pena de 27 anos e 3 meses de prisão, desistiram de atuar no caso. O escritório de advocacia chegou a entrar com a solicitação no STF, alegando que o julgamento deveria ter ocorrido no plenário e não na 1ª Turma do Supremo, mas logo depois desistiu do pedido.

Em nota, a defesa informou que se trata de uma reavaliação da estratégia e que, a partir deste momento, a condução do caso vai ficar integralmente a cargo dos advogados que atuaram na defesa durante a ação penal. O escritório informou que, por essa razão, entendeu ser mais adequado desistir do pedido de liminar para que os colegas possam avaliar as medidas que pretendem adotar. E que, por isso, não vai atuar mais no caso.

Mais cedo, os advogados tentam anular a condenação de Bolsonaro a mais de 27 anos de prisão com a justificativa de que o regimento interno do STF estabelece que cabe ao plenário processar e julgar, em crimes comuns, o presidente da República.

Os advogados reconheceram que o regimento não define expressamente qual órgão deve julgar um ex-presidente por crimes supostamente cometidos durante o exercício do cargo. A partir dessa lacuna, a defesa argumentou que o caso deveria ter sido levado ao plenário, e não a uma das turmas do Supremo.

Mas, logo depois, a defesa desistiu do pedido para suspender a execução da pena e deixou de atuar no caso.

Fonte: CBN

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