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PT pede a prisão do secretário de Mobilidade de São Paulo por não disponibilizar 100% da frota de ônibus

PT pede a prisão do secretário de Mobilidade de São Paulo por não disponibilizar 100% da frota de ônibus

Situação é semelhante ao ocorrido em Salvador, onde foi expedido um mandado de prisão contra o secretário da capital baiana

Por Redação

25/10/2026 às 15:14

Ponto de ônibus na cidade de São Paulo

Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

A campanha do presidente Lula pediu à Justiça Eleitoral a prisão em flagrante do secretário de Mobilidade Urbana da cidade de São Paulo, Celso Jorge Caldeira, e do presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges.

O requerimento foi enviado pela federação formada por PT, PCdoB e PV ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, sob a alegação de descumprimento da decisão que determinou a circulação de 100% da frota prevista de ônibus na cidade para dias úteis regulares.

A manifestação aponta denúncias de que a frota estaria operando com apenas 60% dos veículos neste domingo de segundo turno e também solicita o restabelecimento imediato da operação integral dos ônibus e a apresentação, pela Prefeitura e pela SPTrans, dos dados de monitoramento da frota desde o início do dia e a extensão do horário de votação na capital.

Em nota, a SPTrans informou ter sido notificada à uma e dez da tarde de ontem sobre a determinação, com menos de 12 horas de antecedência em relação ao início da operação.

A empresa afirmou que, após receber a notificação, agiu de forma diligente e proativa e comunicou todas as concessionárias responsáveis para adoção das providências necessárias, com agilidade e transparência.

A SPTrans ressaltou, no entanto, que a ampliação da frota neste prazo impõe desafios operacionais concretos, como a readequação de escalas. A companhia também destacou que o plano operacional tinha sido encaminhado previamente aos órgãos eleitorais competentes, sem questionamentos registrados até então, e foi adotado no primeiro turno.

O prefeito Ricardo Nunes afirma que está cumprindo a decisão, mas classificou a medida como equivocada e disse que a determinação pode comprometer o voto de motoristas que precisaram ser chamados de última hora.

Fonte: CBN

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