
Nem o contrato de R$ 129 milhões do escritório de advocacia da esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes com o Banco Master.
Nem as denúncias de que Moraes teria ligado seis vezes em um dia para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para saber sobre o andamento da operação de compra do Master pelo BRB.
Nem a viagem aérea de Dias Toffoli com o advogado do Master para a final da Copa Libertadores.
Nada disso, segundo a Procuradoria-Geral da República, é indício suficiente para a abertura de uma investigação contra Moraes.
É assim que avalia o procurador-geral Paulo Gonet, que decidiu arquivar o pedido de apuração, mesmo em meio a suspeitas de irregularidades bilionárias envolvendo a operação do Master.
Plano de defesa. Além do "enterro" do pedido de investigação contra Moraes, Dias Toffoli manteve a polêmica acareação que determinou para o Caso Master. E o fato gerou uma nova suspeita: de que este é um plano da defesa para reverter liquidação do Master. Entenda por que tudo pode ser um plano.
Sob pressão. Com a manutenção da acareação entre o diretor de Fiscalização da autarquia e investigados no caso do Banco Master, o mercado acendeu o alerta vermelho. Veja na reportagem de Roberta Ribeiro por que a credibilidade do BC está em cheque.
Informações da Gazeta do Povo
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