
Militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) desocuparam neste sábado, 4, a Fazenda Limoeiro, uma das cinco invadidas pelo ajuntamento, no interior de Bahia, depois de intervenção da Polícia Militar, que chegou a disparar balas de borracha. A área fica em Itaipu, no interior do Estado.
Ainda continuam sob poder dos esquerdistas a propriedade em Itaberaba, na Chapada Diamantina, e três no extremo sul baiano, que pertencem à empresa Suzano. Integrantes do MST iniciaram os ataques no início desta semana. São os primeiros atos de terror no campo, desde o início do terceiro governo Lula.
No ano passado, o líder do MST, João Pedro Stédile, já havia dito que, se o petista vencesse a corrida presidencial, o país voltaria a ter “grandes mobilizações”. As invasões na Bahia contrariam o discurso de Lula no Jornal Nacional, segundo o qual o MST não ocupa propriedades produtivas.
Antes de invadir as fazendas no interior da Bahia, o MST exigiu o cumprimento de parte de um acordo firmado em 2011 com a Suzano, para que a empresa cedesse terras para o assentamento de 400 famílias. Na terça-feira 28, a Justiça á determinou a reintegração de posse da fazenda em Mucuri.
A Suzano aguarda a decisão da Justiça sobre as outras duas fazendas invadidas pelo MST. As propriedades são de cultivo de eucalipto, usado na produção de papel, celulose, móveis e em outros setores, como o da construção civil.
Informações da Revista Oeste / Foto: Divulgação/MST
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