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Funcionário do gabinete de Binho Galinha é morto a facadas em Salvador

Funcionário do gabinete de Binho Galinha é morto a facadas em Salvador

Por Redação

30/07/2026 às 11:29

Atualizado em 30/07/2026 às 11:40

Imagem de Funcionário do gabinete de Binho Galinha é morto a facadas em Salvador

Foto: Foto: Agência Alba / Redes sociais

O funcionário do gabinete do deputado estadual Kleber Cristian Escolano, o Binho Galinha (PRD), foi morto a facadas na noite de quarta-feira (29), em Salvador. A vítima foi identificada como Loran Prazeres Conceição, que atuava no gabinete do parlamentar após ser cedido pela Câmara Municipal de Amargosa, onde era servidor efetivo.

Segundo informações da Polícia Militar, homens invadiram o imóvel onde Loran estava e cometeram o crime. Os suspeitos fugiram logo em seguida e, até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Civil investiga o caso para esclarecer a autoria e a motivação do homicídio.

Vítima era servidor público

Loran Prazeres era egresso do curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e exercia um cargo de confiança no gabinete de Binho Galinha, após ser cedido pela Câmara de Vereadores de Amargosa.

A Câmara Municipal de Amargosa e o Centro de Formação de Professores da UFRB divulgaram notas de pesar lamentando a morte do servidor e prestando solidariedade aos familiares e amigos.

Não há indícios de relação com o mandato

Até o momento, as autoridades não apontaram qualquer indício de que o assassinato tenha ligação com a atuação política de Binho Galinha ou com as atividades desempenhadas por Loran no gabinete do deputado.

As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil, que busca identificar os autores do crime e esclarecer as circunstâncias da invasão ao imóvel.

Deputado segue preso

Binho Galinha está preso desde outubro de 2025, no âmbito da Operação El Patrón, que apura suspeitas de organização criminosa, lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar.

Recentemente, o parlamentar também foi condenado a mais de 36 anos de prisão por crimes relacionados ao Estatuto do Desarmamento, incluindo posse ilegal de armas, posse de armamento com identificação adulterada e fornecimento de arma de fogo a adolescente. A defesa do deputado afirma que ele é inocente e informou que recorrerá da decisão judicial.

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