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Mais de 50% dos brasileiros não acreditam na chance de interferência nas eleições de 2026 no Brasil, diz Quaest

Mais de 50% dos brasileiros não acreditam na chance de interferência nas eleições de 2026 no Brasil, diz Quaest

A Quaest ainda mostra que 42% dos eleitores dizem não ter 'nenhum medo' de que os Estados Unidos passem a mandar no Brasil após as eleições.

Por Redação

28/09/2026 às 10:39

Atualizado em 28/09/2026 às 12:22

Presidente Lula durante discurso na Assembleia Geral da ONU.

Foto: Reprodução

A nova pesquisa Quaest revela que mais da metade dos brasileiros, 51%, acreditam que não há chance de países estrangeiros interferirem nas eleições brasileiras de 2026. Já 41% indicou existir chance, sim, de isso acontecer.

Desde o último questionamento sobre o tema, em 14 de agosto, houve alta daqueles que acreditam que não acontecerá interferência.

A Quaest ainda mostra que 42% dos eleitores dizem não ter 'nenhum medo' de que os Estados Unidos passem a mandar no Brasil após as eleições. Do outro lado, 39% relataram 'muito medo' de isso acontecer, e 16% indicaram 'algum medo' dessa situação.

O medo é maior em relação a China, com 42% dizendo ter 'muito medo' de Pequim passar a mandar no Brasil ao fim do processo eleitoral. Já 39% disseram não ter 'nenhum medo'.

Nova pesquisa

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) são candidatos à Presidência da República

Brenno Carvalho / Agência O Globo e Marina Uezima/Brazil Photo Press/Agencia O Globo

No primeiro levantamento após o anúncio da proibição das bets, a pesquisa Quaest mostrou que o presidente e candidato à reeleição Lula marcou 39% das intenções de voto no primeiro turno, em uma alta de 2%, dentro da margem de erro.

Já o senador Flávio Bolsonaro (PL) marca 34%.

Em seguida aparecem Augusto Cury (Avante), com 4%; Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; Renan Santos (Missão), 3%; e Romeu Zema (Novo), 1%.

O levantamento, encomendado pelo grupo Globo, possui margem de erro é de dois pontos percentuais.

Em um segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados com 42%. O resultado foi mais positivo para o presidente brasileiro, que cresceu 1%, enquanto Flávio permaneceu com o mesmo número.

É a primeira pesquisa da Quaest desde o dia 7 de setembro com os dois empatados numericamente.

As entrevistas ocorreram entre 24 e 27 de setembro. Foram ouvidos 2.004 eleitores. Com nível de confiança de 95%, o levantamento foi cadastrado junto à Justiça Eleitoral com o código BR-06520/2026.

Fonte: CBN

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