Lula diz que cobrará ONU sobre guerra no Irã e critica potências mundiais
Por Redação
20/03/2026 às 08:35

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende cobrar uma posição mais firme do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas diante da guerra no Irã, intensificando críticas às principais potências mundiais.
Durante declaração nesta quinta-feira (19), Lula questionou o papel dos países que integram o conselho e afirmou que eles deveriam atuar para garantir a paz global — e não contribuir para conflitos.
Críticas diretas às maiores potências
O presidente criticou os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança — Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido — afirmando que essas nações, que deveriam preservar a estabilidade mundial, são também responsáveis por alimentar guerras.
Segundo Lula, esses países concentram grande poder militar e lideram a produção e venda de armas no mundo, o que, na visão dele, contribui para a escalada de conflitos.
Cobrança por ação imediata
Lula também defendeu que o Conselho de Segurança se reúna com urgência para discutir a guerra e buscar soluções diplomáticas. Para ele, é responsabilidade do órgão atuar diretamente para evitar a expansão de conflitos internacionais.
O presidente ainda indicou que pretende intensificar a pressão internacional, inclusive com articulações com outros líderes e posicionamentos públicos sobre o tema.
Contexto da guerra no Irã
O conflito no Irã tem gerado forte preocupação global após ataques envolvendo Estados Unidos e Israel, seguidos de retaliações iranianas, aumentando o risco de escalada no Oriente Médio.
A situação tem provocado impactos econômicos e políticos em diversos países, além de pressionar organismos internacionais a buscar uma solução para conter a crise.
Impactos globais preocupam
Além das tensões militares, Lula também alertou para os efeitos econômicos da guerra, como a alta no preço do petróleo e combustíveis, que acabam afetando diretamente países que não participam do conflito.
Nos bastidores, a cobrança do presidente brasileiro reforça a pressão sobre a ONU em um momento de crescente instabilidade internacional.
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