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Leandro de Jesus move ação popular contra Jerônimo Rodrigues após mais um empréstimo bilionário aprovado na Assembleia
Leandro de Jesus move ação popular contra Jerônimo Rodrigues após mais um empréstimo bilionário aprovado na Assembleia
Por Redação
14/05/2025 às 11:00

O deputado estadual Leandro de Jesus (PL) protocolou uma ação popular na Vara da Fazenda Pública da Comarca de Salvador, visando barrar a prática do governador Jerônimo Rodrigues de solicitar autorização para a contratação de empréstimos sem a devida fundamentação técnica.
Na última terça-feira (13), a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), com o voto contrário da oposição, aprovou mais dois pedidos de empréstimos que, juntos, totalizaram R$ 4,5 bilhões. Esse foi o 18º pedido de empréstimo desde o início da atual gestão. Juntos, já são cerca de R$ 18 milhões solicitados pelo governador desde 2022.
A ação, fundamentada no artigo 5º, inciso LXXIII, da Constituição Federal e na Lei nº 4.717/65, é um apelo à justiça para garantir a moralidade e a legalidade na gestão dos recursos públicos.
Segundo Leandro de Jesus, a falta de clareza nas justificativas apresentadas pelo Executivo compromete a transparência e a responsabilidade fiscal.
“Os documentos que acompanham a ação destacam a ausência de informações essenciais, como o cronograma de aplicação dos recursos, a destinação específica dos valores e o impacto fiscal desses empréstimos na dívida pública do Estado”, disse o deputado.
Leandro de Jesus argumenta que a prática reiterada do governador, ao não fornecer os detalhes exigidos pela legislação, configura uma grave ofensa à moralidade administrativa e à legalidade. A ação também menciona a omissão do governo em divulgar informações sobre a execução financeira dos empréstimos já contratados, o que compromete ainda mais a transparência esperada de uma gestão pública.
Com a ação popular, o deputado busca a suspensão imediata dos projetos de lei em tramitação que não possuam a devida fundamentação, além de exigir que o governador se abstenha de enviar novas propostas sem a justificativa apropriada.
“A medida visa prevenir o agravamento da dívida pública e garantir que os recursos sejam usados de forma responsável e transparente”, completou Leandro.
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