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Janones volta a publicar em canal pró-Lula no WhatsApp após internação por arritmia

Janones volta a publicar em canal pró-Lula no WhatsApp após internação por arritmia

O canal, criado e administrado pelo parlamentar, reúne mais de cinco milhões de inscritos.

Por Redação

20/10/2026 às 07:38

André Janones.

Foto: Divulgação

O deputado federal André Janones, da Rede de Minas Gerais, voltou a publicar no canal de WhatsApp Exército do Lula após 19 horas, depois de ser internado na UTI por uma arritmia cardíaca.

O canal, criado e administrado pelo parlamentar, reúne mais de cinco milhões de inscritos.

Segundo o último boletim médico do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, Janones apresenta quadro estável, não teve novos episódios de arritmia e deve receber alta até quarta-feira.

O deputado foi internado no domingo à noite, depois do debate entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Antes da internação, o deputado chegou a publicar um vídeo nas redes sociais com comentários, mas ressaltou que estava muito cansado.

"Eu tô até com dificuldade de falar, é de cansaço, tô dormir essa noite só duas horas, eu peço desculpa, amanhã eu venho melhor aqui, com mais energia, vou tentar dormir hoje um pouco, ver se eu consigo dormir um pouquinho, porque tá difícil aqui de articular as ideias, tá bom? Um abraço a todos vocês, fiquem com Deus, que Ele nos abençoe."

Nas redes sociais, o presidente Lula disse que conversou com Janones pelo telefone e que o parlamentar "já já estará de volta ao batente": abre aspas "Vamos lá, meu general. Vamos ativar nosso exército" fecha aspas.

O canal de WhatsApp saiu do ar mais de uma vez numa disputa de decisões dentro do TSE, mas foi registrado pela campanha de Lula na Justiça Eleitoral como endereço oficial de comunicação para permanecer no ar.

Em meio às denúncias da campanha do presidente Lula, contra a Meta, perfis de apoio ao petista no Instagram passaram a convocar seguidores para uma espécie de mutirão de engajamento.

A campanha de Lula aponta redução no alcance das publicações e falhas na busca e na recomendação de perfis, e já acionou o Tribunal Superior Eleitoral e organismos internacionais. A Meta reconheceu problemas técnicos, mas nega ter favorecido Flávio Bolsonaro, do PL. Segundo a empresa, a falha nas métricas atingiu apenas a exibição dos números, e não a distribuição dos conteúdos.

Fonte: CBN

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