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Bancos entram em greve na Bahia nesta quinta-feira; veja o que muda

Bancos entram em greve na Bahia nesta quinta-feira; veja o que muda

Por Redação

07/09/2026 às 18:16

Imagem de Bancos entram em greve na Bahia nesta quinta-feira; veja o que muda

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os bancários da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco do Nordeste entram em greve na Bahia a partir da zero hora desta quinta-feira (10). A paralisação foi aprovada pelos trabalhadores após a rejeição das propostas apresentadas durante a Campanha Nacional dos Bancários de 2026. O movimento será por tempo indeterminado.

A paralisação, no entanto, não atingirá toda a rede bancária do estado. Os funcionários dos bancos privados aprovaram a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e, por isso, essas instituições não fazem parte da greve na Bahia.

Quais bancos entram em greve?

Segundo o Sindicato dos Bancários da Bahia, a paralisação envolve três instituições públicas:

  • Caixa Econômica Federal
  • Banco do Brasil
  • Banco do Nordeste

As propostas apresentadas aos trabalhadores foram rejeitadas por ampla maioria. Na Caixa, 97,52% dos votantes foram contrários ao acordo. No Banco do Brasil, a rejeição chegou a 83,82%, enquanto no Banco do Nordeste 72,97% dos votos foram contrários à proposta.

Com os resultados, os funcionários aprovaram a greve por tempo indeterminado, com início marcado para quinta-feira.

Bancos privados vão funcionar normalmente?

Os trabalhadores dos bancos privados na Bahia aceitaram a proposta negociada com a Fenaban. A aprovação ocorreu em assembleia virtual, com 63,38% dos votos favoráveis à renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

Dessa forma, instituições privadas não estão incluídas na paralisação aprovada no estado. O impacto deve ficar concentrado nas agências da Caixa, do Banco do Brasil e do Banco do Nordeste.

Todas as agências ficarão fechadas?

Não necessariamente. A aprovação da greve não significa que todas as unidades das três instituições terão as portas fechadas.

O funcionamento de cada agência dependerá da adesão dos funcionários. Algumas unidades podem deixar de realizar atendimento presencial, enquanto outras poderão funcionar parcialmente. Por isso, clientes que precisam comparecer às agências devem verificar previamente a situação da unidade.

A orientação ganha importância principalmente a partir de quinta-feira, quando a paralisação começa oficialmente.

Quando começa a paralisação?

A greve está marcada para começar à zero hora de 10 de setembro, com duração inicialmente prevista por tempo indeterminado.

Antes do início oficial do movimento, os bancários também programaram uma atividade para a quarta-feira (9), às 18h, no Ginásio, conforme informado pelo sindicato.

Como a adesão pode variar entre as unidades, a situação do atendimento poderá mudar ao longo dos próximos dias.

Motivo da greve

A mobilização ocorre durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. Na Bahia, houve uma diferença significativa entre os trabalhadores das instituições públicas e os empregados dos bancos privados.

Enquanto os bancários da rede privada aprovaram a proposta apresentada pela Fenaban, os funcionários da Caixa, do Banco do Brasil e do Banco do Nordeste rejeitaram os acordos específicos apresentados pelas instituições.

De acordo com informações do sindicato, a insatisfação envolve questões específicas das negociações e ocorre em um período marcado também por mudanças e processos de reestruturação no setor financeiro.

O que muda para os clientes?

Durante a greve, clientes dos três bancos públicos podem encontrar dificuldades para realizar atendimentos presenciais nas agências que aderirem à paralisação.

Serviços que dependem diretamente do atendimento de funcionários podem ser afetados, enquanto o funcionamento de canais digitais e eletrônicos dependerá de cada instituição e do serviço procurado.

Por isso, a recomendação é verificar a situação da agência antes de sair de casa e priorizar os canais de atendimento disponíveis quando possível.

A greve foi aprovada por tempo indeterminado, mas o cenário pode sofrer alterações conforme as negociações entre os trabalhadores e as instituições financeiras avancem.

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