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Governo anuncia força-tarefa para combater assédio eleitoral no ambiente de trabalho

Governo anuncia força-tarefa para combater assédio eleitoral no ambiente de trabalho

Ministério do Trabalho vai notificar redes sociais e pedir a retirada de publicações que incentivem demissões e discriminação por motivos políticos.

Por Redação

30/10/2026 às 06:31

Atualizado em 30/10/2026 às 10:16

Fachada do ministério do Trabalho e Emprego e do ministério da Previdência Social

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo federal anunciou uma força-tarefa para combater o assédio eleitoral no ambiente de trabalho. O Ministério do Trabalho vai notificar redes sociais e pedir a retirada de publicações que incentivem demissões e discriminação por motivos políticos.

A Advocacia-Geral da União dará apoio técnico e poderá adotar medidas judiciais contra práticas como essas.

A Justiça do Trabalho determinou que a Meta retire, em até 24 horas, publicações que incentivem a demissão de trabalhadores por causa do voto. A empresa também terá de divulgar avisos sobre a proibição do assédio eleitoral.

O Ministério Público do Trabalho pede ainda indenização de 50 milhões de reais por danos morais coletivos.

O Ministério Público do Trabalho recebeu mais de mil e quatrocentas denúncias de assédio eleitoral depois do segundo turno. O número representa 43% das queixas registradas durante as eleições. Os relatos incluem ameaças de demissão e discriminação por preferência política.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, quer criar uma lista de empresas envolvidas em assédio eleitoral, que poderão sofrer restrições de acesso a crédito público, por exemplo.

Fonte: CBN

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