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Campanha de Lula tem reunião com Erika Hilton, Sâmia Bomfim e Ana Elisa para criar 'força-tarefa' digital

Campanha de Lula tem reunião com Erika Hilton, Sâmia Bomfim e Ana Elisa para criar 'força-tarefa' digital

Aos 21 anos, a estudante de Direito Ana Elisa, de 21 anos, recebeu mais de meio milhão de votos e virou símbolo para energizar a campanha de Lula.

Por Redação

07/10/2026 às 06:20

Presidente Lula

Foto: Ricardo Stuckert

A campanha do presidente Lula quer formar uma força-tarefa nas redes sociais para impulsionar o engajamento do eleitor.

Como parte da estratégia, o presidente vai se reunir nesta quarta-feira (7) com as deputadas federais eleitas Erika Hilton e Sâmia Bomfim, do PSOL de São Paulo, e com a jovem influenciadora Ana Elisa, do PT de Minas Gerais.

Aos 21 anos, a estudante de Direito recebeu mais de meio milhão de votos e virou símbolo para energizar a campanha de Lula.

Nessa terça (6), o presidente Lula conversou com os governadores petistas eleitos no primeiro turno no Nordeste.

O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, destacou que o presidente vai intensificar a campanha nas redes sociais.

Aliança de Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro (PL) em discurso após resultado do 1º turno

Reprodução/TV Globo

O candidato Flávio Bolsonaro deve fechar hoje novos apoios do Centrão para o segundo turno.

Depois de conquistar a adesão da federação União-PP, o senador deve receber hoje o endosso do Republicanos e do Podemos.

Durante o ato de adesão de Ronaldo Caiado, o candidato Flávio Bolsonaro afirmou que pretende utilizar a maioria conservadora eleita para o Congresso Nacional para mudar a Constituição e "redemocratizar o país";

A ofensiva se apoia no crescimento expressivo da bancada do PL, que a partir do próximo ano será a maior força partidária do Congresso, com 121 deputados federais e 28 senadores.

No discurso, Flávio Bolsonaro não deu detalhes sobre as alterações que pretende fazer no texto constitucional caso seja eleito.

Aliados do candidato do PL se apressaram em procurar interlocutores para dizer que ele não pretende implementar nenhuma iniciativa golpista, mas adotar medidas já previstas no plano de governo, como a reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal e o fim da reeleição.

O ex-candidato Ronaldo Caiado justificou o apoio, depois de ter atacado Flávio Bolsonaro durante a campanha.

Fonte: CBN

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