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Câmara de Salvador analisa isenção da tarifa de esgoto da Embasa em imóveis com serviço ineficaz

Câmara de Salvador analisa isenção da tarifa de esgoto da Embasa em imóveis com serviço ineficaz

Por Redação

12/06/2023 às 18:00

Imagem de Câmara de Salvador analisa isenção da tarifa de esgoto da Embasa em imóveis com serviço ineficaz

A Câmara Municipal de Salvador (CMS) analisa um PL que visa isentar a tarifa de esgoto da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) em imóveis em que o serviço é ineficaz. A concessionária que dispõe da atividade de esgotamento sanitário na capital baiana é alvo de denúncias e queixas por parte da população.

O autor da proposta e vereador, Átila do Congo (Patriota) pede uma maior lisura em relação ao serviço disponibilizado. "Eles divulgam que há 88% de cobertura de esgotamento na cidade, mas a realidade é diferente. Cansamos de ver o sofrimento, especialmente da população periférica sem conseguir acesso e, pior, pagando a taxa de uma atividade que não existe".

Átila lembra ainda que em janeiro deste ano houve um reajuste de 11,73% na conta dos soteropolitanos sobre o serviço de água e esgoto. "Se a prestação da atividade fosse linear com fornecimento, captação, tratamento e destinação do esgoto coletado, tudo bem. Mas, não vemos isso. Além da cobrança injusta, as obras para viabilizar uma rede sanitária eficaz não existem em determinadas regiões o que impacta de forma negativa a saúde pública, quanto poderia ser economizado pela prefeitura com doenças e contaminações evitáveis se tivesse uma rede de esgoto eficaz?", questiona.

O texto analisado pela Casa Legislativa ainda aponta que não poderá ser cobrada a taxa de esgoto de imóveis que estiverem em desuso. A responsabilidade da comunicação é de total responsabilidade do proprietário.

"Comprovada a cobrança indevida da taxa de esgoto sem que haja a efetiva captação, tratamento e destinação final do esgoto coletado, ou a residência esteja em desuso, caberá ao consumidor o direito da devolução em dobro dos valores pagos, nos moldes da legislação cível em vigor", diz a proposta.

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