
Foto: Waldemir Barreto/Ag. Senado
O relator no Senado do projeto que transformou a prioposta de anistia em dosimetria, Esperidião Amim (PP-SC), infirmou que avalia uma falha grave contida no texto aprovado na Câmara que pode beneficiar até condenados por crimes de corrupção e delitos sexuais.
O senador catarinense infirmou que o problema foi identificado com a ajuda dos senadores Alessandro Vieira (MDB-SE), delegado de polícia e relator da CPI do Crime Organizado e do projeto antifacção, e Sérgio Moro (União), ex-juiz que chefiou durante mais de duas décadas a Vara Criminal Federal de Curitiba e comandou a Operação Lava Jato, que levou à prisão de dezenas de políticos corruptos e resultou na orisão de Lula (PT).
Amindo contou que Vieira identificou a criação de novos tipos penais, o que atrapalharia o projeto Antifacção, recém-aprovado pelo Senado e que será analisado pela Câmara. “Aí fica mais complicado, porque se o nosso texto [da dosimetria] vier a ser aprovado e transformado em lei, ele afetará e será afetado pelo texto do projeto das facções, que uma hora vai ser aprovado pela Câmara.” O senador disseque tenta uma solução até segunda-feira (15) neste que será a última semana antes do recesso.
Informações do Diário do Poder
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