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Presidenciáveis focam em bets, Bolsa Família e ataques a adversários

Presidenciáveis focam em bets, Bolsa Família e ataques a adversários

Em agendas por Pernambuco, Minas Gerais e Goiás, os candidatos defenderam propostas e reforçaram prioridades de governo.

Por Redação

25/09/2026 às 17:59

Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema concorrem à Presidência da República

Foto: Ton Molina e Eliane Neves/Fotoarena/Agência O Globo; Marina Uezima/Brazil Photo Press/Agencia O Globo; Peter Leone/Ofotografico/Agencia O Globo; e Leco Viana/Thenews2/Agência O Globo

Em agenda em Recife, o candidato do Avante à Presidência, Augusto Cury, defendeu a proibição ou taxação de bets no país. O escritor comentou a Medida Provisória anunciada pelo presidente Lula, do PT, contra a prática e o endividamento das famílias. Cury concordou que esse tipo de aposta gera dependência e precisa de enfrentamento.

"A bet tem efeito rápido que também gera dependência. Nós precisamos, ou terminar com a bet, ou taxá-la de maneira concreta, grande, porque hoje elas estão taxadas em 12%, os alimentos em 18% e os remédios em 30%, assim como a energia, não é possível isso. Então, a bet tem que ser taxada e, de fato, nós não podemos aceitar milhões e milhões de pessoas asfixiadas pela dependência psicológica das bets", declarou.

Outros dois presidenciáveis cumprem agenda em Minas Gerais nesta sexta-feira (25). Um deles é Romeu Zema, do NOVO, que visitou municípios do Sul de Minas e, na ocasião, criticou o presidente Lula e o programa Bolsa Família por "gerar dependência". Se eleito, Zema prometeu substituir a medida por incentivos à qualificação.

"O que o brasileiro quer é uma vida digna, é uma vida melhor e não mais Bolsa Família, que isso cria uma relação de dependência. E as pessoas querem autonomia, querem se qualificar ao longo do tempo. Nós fizemos o Trilhas de Futuro (em Minas), que está dentro desse contexto. E é lógico, uma gestão séria. Exatamente o contrário que acontece em Brasília hoje", disse.

Também em Minas, o candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, realiza uma caravana passando por Uberaba, Uberlândia, Divinópolis e Belo Horizonte, entre esta sexta e sábado. Na primeira parada no estado, Renan atacou os líderes das pesquisas Lula e Flávio Bolsonaro, do PL, e disse que os brasileiros estão optando por "dois ladrões".

"Estão tentando obrigar vocês a votar no ladrão de esquerda ou no ladrão de direita. Querem obrigar vocês a terem que aceitar de maneira 'bovina' a mentira, a roubalheira, a enganação. A enganação e o crime como regra. É esse o futuro que estão tentando desenhar para vocês. E isso eu lamento, porque houve tempo em que as pessoas eram melhores e defendiam mais o seu país do que hoje", declarou.

Já Ronaldo Caiado, do PSD, realiza uma força-tarefa em Goiás, seu estado de origem, nesta reta final de campanha. Nesta sexta, ele cumpre agenda em quatro cidades e disse que organiza uma grande mobilização com apoiadores no domingo para "alavancar votos".

"Todos nós estamos mobilizando, para isso a gente poder ver aquilo que realmente nos anima cada vez mais numa campanha que a presença das pessoas espontaneamente na porta das casas, dizendo: "Olha aí, é isso mesmo, esse é um governo que deu certo, esse é um governo que entregou na educação, na saúde, na segurança, nos programas sociais". Então, é tudo isso que o povo espera e estamos agora mostrando tudo isso para o Brasil", afirmou.

Ainda na agenda, Caiado defendeu propostas para o agronegócio e ações para proteger os produtores de impactos do fenômeno El Niño.

Fonte: CBN

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