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Lula escala Camilo Santana, Rui Costa e Rafael Fonteles para tentar recuperar votos no Nordeste
Lula escala Camilo Santana, Rui Costa e Rafael Fonteles para tentar recuperar votos no Nordeste
A reformulação da campanha busca reverter a vantagem de Flávio Bolsonaro no primeiro turno.
Por Redação
08/10/2026 às 08:55
Atualizado em 08/10/2026 às 09:32

Foto: Kayo Magalhaes/Agencia Enquadrar/Agencia O Globo
Depois da lavação de roupa suja, o presidente e candidato à reeleição, Lula, do PT, alterou a coordenação nacional de sua campanha para o segundo turno.
O senador cearense Camilo Santana será o coordenador político; o senador eleito pela Bahia, Rui Costa, assume a agenda; e o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles, vai comandar a comunicação.
O objetivo é tentar reverter a vantagem do candidato adversário, Flávio, e recuperar os votos na região Nordeste, onde o presidente teve um desempenho inferior ao de 2022.
O grupo vai atuar em conjunto com o coordenador-geral, Edinho Silva, e tem feito reuniões diárias com o presidente desde segunda-feira.
Na quarta-feira (7), após reunião no Palácio da Alvorada, que terminou por volta de meia-noite, Edinho disse que irão ampliar a coordenação de campanha em todos os estados, fechar um calendário de mobilizações e mobilizar aliados para virar votos e motivar eleitores que não foram às urnas no primeiro turno.
A mudança acontece em meio a cobranças internas. Nesta quarta (7), em uma reunião com deputados e senadores eleitos, Lula afirmou que a equipe trabalhou abaixo do esperado e disse que esta foi a campanha menos organizada da qual participou desde 1989.
"Acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade, poderíamos ter feito mais. Disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada de que participei desde 1989."
Nesta quinta-feira (8), nas redes sociais, apoiadores de Lula já estão compartilhando informações sobre o "grande risco que o Brasil está correndo" se Flávio Bolsonaro ganhar as eleições. Eles citam que o candidato, que é senador, está articulando para que o fim da escala 6x1 não seja aprovado, além do retorno das bets, do corte no Farmácia Popular e do fim do crescimento da aposentadoria e do salário mínimo, sem reajuste acima da inflação.
Fonte: CBN
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