
A reunião ministerial desta segunda-feira (20) foi um tiro n’água. Serviu só para o presidente Lula (PT), outra vez, terceirizar responsabilidades por trapalhadas como a decisão de espionar o pix dos brasileiros. A exemplo dos primeiros governos, ele é quem manda e ninguém ousaria assinar o documento sem o “ok” do Planalto. Mas ele tirou o corpo fora, na reunião, declarando o que não é novo e está em vigor desde a posse: a proibição de portarias ministeriais sem prévia consulta à Casa Civil. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Exposto à mentira de que a norma do pix foi obra do ministro da Fazenda, restou a Malddad culpar Bolsonaro e Nikolas Ferreira (PL-MG).
“Lula é covarde, como sempre foi a vida toda. Não tem hombridade de assumir culpa dos próprios erros”, acusou o senador Flávio Bolsonaro.
Já o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) iroizou: “Ué, mas a confusão não foi por causa das “fakenews?”, disse ele sobre a bronca fake em Haddad.
Informações do Diário do Poder / Foto: Ricardo Stuckert/PR
Relacionadas
Mensagens de Daniel Vorcaro citam políticos e autoridades e ampliam repercussão de investigação
06/03/2026 às 07:14
Por Redação
Geddel reage à pressão sobre Geraldo Jr., fala em lealdade do MDB e avisa: 'Acidente de percurso não muda chapa'
06/03/2026 às 07:09
Por Redação



