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Fachin mantém prisão de investigado e pede parecer da PGR sobre pedidos de liberdade no caso Banco Master

Fachin mantém prisão de investigado e pede parecer da PGR sobre pedidos de liberdade no caso Banco Master

Desde 12 de setembro, em meio à crise institucional no Supremo, os principais processos envolvendo o Banco Master foram encaminhados à Presidência da Corte e ficaram paralisados.

Por Redação

06/11/2026 às 08:55

Edson Fachin, ministro do STF

Foto: Alejandro Zambrana/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, tomou uma série de decisões envolvendo as investigações sobre o Banco Master.

O ministro manteve a prisão de Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Além disso, pediu que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre os pedidos de liberdade apresentados por vários investigados, entre eles o próprio Daniel Vorcaro, o pai dele, Henrique Vorcaro, e o primo, Felipe Vorcaro.

No último dia 28, Daniel Vorcaro e outras 14 pessoas foram indiciados no inquérito que investiga esquemas envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília, o BRB.

Fachin também ordenou que a PGR avalie a manutenção das medidas cautelares impostas a Belline Santana, ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária do Banco Central.

Fachin também manteve o uso de tornozeleira eletrônica de Leonardo Augusto Furtado Palhares, sócio de uma empresa ligada a Vorcaro.

Segundo o ministro, as medidas cautelares continuam adequadas, necessárias e suficientes para garantir a investigação.

Em outra decisão, Fachin deu três dias para que o Complexo Penitenciário Nelson Hungria informe sobre o estado de saúde e a assistência médica prestada a Henrique Vorcaro.

A unidade deverá detalhar se os medicamentos prescritos estão sendo disponibilizados e quais providências foram adotadas para a realização dos exames e tratamentos indicados pelos profissionais de saúde.

A defesa de Henrique Vorcaro pede a revogação da prisão preventiva ou a concessão de prisão domiciliar, alegando problemas de saúde.

Vale a gente lembrar que Fachin assumiu a análise dos pedidos urgentes relacionados à Operação Compliance Zero.

Desde 12 de setembro, em meio à crise institucional no Supremo, os principais processos envolvendo o Banco Master foram encaminhados à Presidência da Corte e ficaram paralisados.

Fonte: CBN

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