Home

/

Notícias

/

Política

/

Após eleição no Brasil, filho de Trump diz que corte em agência de ajuda internacional fez esquerda perder

Após eleição no Brasil, filho de Trump diz que corte em agência de ajuda internacional fez esquerda perder

Trump Jr. mantém proximidade com a família Bolsonaro, especialmente com Eduardo Bolsonaro, na qual já chamou de 'amigo'.

Por Redação

06/10/2026 às 07:17

Atualizado em 06/10/2026 às 11:26

Donald Trump Jr., filho de Trump.

Foto: Divulgação

O filho mais velho do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a América Latina passou a ser mais pró direita e a esquerda passou a perder eleições desde que o governo republicano extinguiu a Usaid, agência americana de ajuda internacional.

Em publicação nas redes sociais horas após o fim do primeiro turno, Donald Trump Jr. escreveu que desde o desmantelamento da Usaid, 'a esquerda não ganhou uma única eleição presidencial na América Latina'.

'Eles chamavam isso de ajuda, mas era interferência eleitoral. Obrigado, Elon Musk, por trazer isso à luz. O golpe acabou', escreveu.

Sem apresentar evidências, Trump Jr. disse que bilhões de dólares eram destinados para ajudar ONGS que, segundo ele, 'convenientemente sempre apoiavam o mesmo lado'. Ele também complementou que a agência realizava 'interferência eleitoral'.

Musk, aliás, também comentou em um post que falou sobre as eleições brasileiros destacando o mesmo tema. Segundo o empresário e dono da rede social X, a 'Usaid se envolveu em interferência eleitoral e mudança de regime em todo o mundo, causando imensos conflitos'.

O governo Trump alega que as organizações e governos beneficiados eram sempre de esquerda e relacionadas a ex-integrantes democratas do governo. A Usaid foi fundada em 1961 pelo presidente John F. Kennedy para promover ajuda internacional americana.

Trump Jr. mantém proximidade com a família Bolsonaro, especialmente com Eduardo Bolsonaro, na qual já chamou de 'amigo'.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos

Divulgação/Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o segundo turno das eleições no Brasil deve ser muito "acirrado". Questionado sobre o desempenho de Flávio Bolsonaro, o presidente classificou o momento como uma grande vitória.

As declarações ocorreram em frente à Casa Branca nesta segunda-feira (5), antes do republicano partir para um compromisso político no estado de Nebraska. Trump disse ainda estar surpreso com resultado, mas evitou entrar em mais detalhes sobre a disputa polarizada nas eleições brasileiras.

Nos dias anteriores ao pleito, o republicano não respondeu se apoiaria o filho de Jair Bolsonaro. Na sexta-feira (2), o presidente americano afirmou estar de olho em tudo e que iria observar de muito perto a eleição do Brasil.

Nesta segunda-feira, Marco Rubio também se pronunciou. O secretário de Estado do país disse que "todos esperavam" que o embate entre Flávio e Lula fosse até o segundo turno e pontuou, ainda, que o governo americano permanecerá acompanhando a disputa.

Trump também elogiou a rapidez da apuração no pleito brasileiro e utilizou a eficácia na divulgação dos resultados para criticar as eleições internas nos Estados Unidos, ao citar uma demora na contagem de votos em cidades democratas.

O posicionamento do republicano pode ser interpretado como parte da campanha de pressão rumo aos midterms. Nas eleições de meio de mandato no país norte-americano, o partido dele, Republicanos, busca manter o controle do Congresso. O pleito está marcado para 3 de novembro.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos

Divulgação/Casa Branca

Fonte: CBN

Nós utilizamos cookies para aprimorar e personalizar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda em contribuir para os dados estatísticos de melhoria. Conheça nossa Política de Privacidade e consulte nossa Política de Cookies.