
Depois de Lula dizer que o plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) para matar autoridades era “armação” do senador Sergio Moro (União Brasil-PR), o vice-presidente Geraldo Alckmin subiu o tom com o PCC, nas redes sociais. “O governo não se curvará diante de ameaças criminosas”, disse, na quinta-feira 23.
Há dois dias, a Polícia Federal (PF) iniciou a Operação Sequaz para desarticular o grupo. Agentes prenderam criminosos no Distrito Federal e em quatro Estados: Rondônia, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Alckmin também estava na mira do PCC.
“Ao tempo em que fui governador do Estado de São Paulo, outras investigações já haviam revelado ameaças desse tipo direcionadas a mim e a meus secretários de Estado”, revelou Alckmin, no vídeo. “As razões para isso são muito claras: ao longo dos anos trabalhamos incansavelmente, inclusive, em parceria com os governos do presidente Lula para melhorar a segurança de São Paulo. O trabalho em prol da segurança incomoda o crime organizado.”
Operação contra o PCC
Os agentes cumpriram 24 mandados de busca e apreensão e 11 mandados de prisão. Em nota, a PF informou que “os ataques poderiam ocorrer de forma simultânea, e os principais investigados se encontravam nos Estados de São Paulo e Paraná”.
Chamada de Sequaz, a operação desarticulou uma organização criminosa que pretendia realizar ataques contra servidores públicos e autoridades, incluindo homicídios e extorsão mediante sequestro, em pelo menos cinco unidades da federação.
O nome da operação se refere ao ato de seguir, vigiar, acompanhar alguém, devido ao método utilizado pelos criminosos para fazer o levantamento de informações sobre as possíveis vítimas, diz a instituição policial.
Informações da Revista Oeste / Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo
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